Orientações necessárias
Orientações do cliente
"Não é necessário preparo para este exame;
Este exame é realizado somente com solicitação médica;
Menores de 18 anos devem estar acompanhados de um adulto responsável para a realização do exame;
O cliente deve entregar no dia da coleta o Questionário preenchido e assinado por ele (obrigatório) e pelo médico solicitante (recomendável, porém não obrigatório);
O questionário é entregue nas nossas unidades de atendimento antes da realização da coleta ou pela equipe domiciliar em casos de atendimento móvel.
Caso deseje receber o questionário previamente, o mesmo pode ser retirado em qualquer unidade ou solicitado por e-mail para [email protected].;
Caso não seja possível ter o Questionário preenchido pelo médico solicitante, o Fleury oferece de maneira OPCIONAL a consulta de aconselhamento genético, a fim de preencher o questionário e esclarecer eventuais dúvidas do exame;
Este exame não necessita de agendamento prévio ou qualquer tipo de preparo;
Para saber mais sobre este exame e como realizar, acesse www.fleurygenomica.com.br.
Restrições:
Amostra de sangue: não necessário jejum
Amostra de saliva, swab ou swab seco: Nos 30 minutos anteriores a coleta da saliva, swab ou swab seco, não beber, comer, fumar, mascar chicletes, escovar os dentes ou inserir qualquer objeto na boca.
Manual do exame
Orientações necessárias
Este exame é realizado somente com solicitação médica.
Menores de 18 anos devem estar acompanhados de um adulto responsável para a realização do exame.
O cliente deve entregar no dia da coleta o Questionário preenchido e assinado por ele (obrigatório) e pelo médico solicitante (recomendável, porém não obrigatório).
O questionário é entregue na unidade antes da coleta ou pela equipe no atendimento domiciliar.
Se preferir recebê-lo antes, pode retirá-lo em qualquer unidade ou solicitar por e-mail: [email protected].
- Caso este exame apresente variante patogênica ou provavelmente patogênica, nós disponibilizamos a análise desta alteração(mutação pontual) para até 06 familiares (sem ônus e sem taxa de envio de coleta).
- Preparos:
Amostra de sangue: não é necessário jejum.
Amostra de saliva, swab ou swab seco: nos 30 minutos que antecedem a coleta, não ingerir alimentos ou bebidas, não fumar, mascar chicletes, escovar os dentes ou introduzir qualquer objeto na boca.
- Restrições:
Atenção: Para coleta de saliva, swab ou swab seco, é necessário agendamento prévio.
Para mais informações sobre formas e locais de coleta, entre em contato com a equipe de Genômica por meio dos canais abaixo:
Telefone/WhatsApp: (11) 3003-5001
E-mail: [email protected]
Para saber sobre estes exames e como realizar, acesse:
https://www.fleurygenomica.com.br
Processamento e adequação da amostra
Não manipular
Se amostra colhida em EDTA, enviar o material refrigerado para o setor técnico da Genesis Genomics acompanhado do Questionário original preenchido;
Se a amostra colhida for saliva, swab ou swab seco, enviar o material em temperatura ambiente para o setor técnico da Genesis Genomics acompanhado do Questionário original preenchido;
Rejeitar amostras de sangue colhidas em tubo com heparina ou qualquer tubo que não esteja de acordo com o solicitado no procedimento de coleta;
Estabilidade da amostra de sangue:
Temperatura ambiente: 72 horas;
Refrigerada (2-8 ºC): 5 dias;
Congelada (-20 ºC): não aceitável.
Estabilidade da amostra de saliva ou swab:
Temperatura ambiente: 30 dias
Refrigerada (2-8ºC): não aceitável
Congelada (-20ºC): não aceitável
Estabilidade da amostra de swab seco:
Temperatura ambiente: 60 dias
Refrigerada (2-8 ºC): não aceitável
Congelada (-20 ºC): não aceitável
Método
Sequenciamento completo (NGS sequenciamento de nova geração) de todas as regiões codificantes e regiões flanqueadoras adjacentes aos exons de 130 genes relacionados a Cardiomiopatias Hereditárias AGL, CSRP3, DNAJC19, DTNA, KRAS, LDB3, MYL2, MYOT, MYOZ2, NEBL, NF1, PLN, PTPN11, RIT1, SGCD, SHOC2, SPRED1, TGFB3, TNNI3, TNNT2, TPM1, TTR, ABCC9, NEXN, TMEM43, EYA4, CRYAB, SOS1, CAV3, ILK, PDLIM3, PSEN1, MTO1, SYNE2, DSP, TTN, DSC2, RAF1, TNNC1, MIB1, ALMS1, SYNE1, TCAP, FHL2, DSG2, PRDM16, VCL, FKTN, PKP2, MAP2K1, TMPO, ACTN2, RBM20, ACADVL, CBL, BAG3, TRIM63, MYL3, SCN5A, PSEN2, FKRP, RYR2, FLNC, CACNA1C, MYLK2, MYBPC3, HRAS, ACTC1, GAA, LAMA4, NKX2-5, MAP2K2, LAMP2, PRKAG2, JUP, BRAF, GATAD1, DMD, JPH2, GLA, FHL1, MYH6, MYH7, EMD, DES, MYPN, TAFAZZIN, ANKRD1, CAPN3, CASQ2, CDH2, MRAS, TPM2, TPM3, TRAPPC11, ANO5, LAMA2, TNNT1, TBX5, DNAJB6, TNPO3, SOS2, DYSF, KLF10, TRIM32, FHOD3, POMGNT1, CTNNA3, TJP1, GATA4, ACTA1, POMT2, MYOM1, DAG1, GMPPB, ALPK3, BIN1, DNM2, GYS1, POMGNT2, PLEC, POMT1, POMK, GATA6, ATP2A1, PLEKHM2, OBSCN, RYR1, TBX20, HNRNPDL. NÃO inclui análise por MLPA. Análise criteriosa em busca de variantes genéticas patogênicas. Variantes benignas não serão reportadas.
Valor de referência
O resultado será acompanhado de um relatório interpretativo
Interpretação e comentários
As cardiomiopatias hipertróficas (CMH) são definidas pela presença de hipertrofia ventricular esquerda de causa não definida. Esta Hipertrofia Ventricular Esquerda ocorre em um ventrículo não dilatado na ausência de outra doença cardíaca ou sistêmica capaz de produzir a magnitude observada de aumento da espessura da parede do VE, como sobrecarga de pressão (por exemplo, hipertensão de longa duração ou estenose aórtica), por doenças de depósito ou infiltração (Por exemplo, doença de Fabry ou amiloidose) ou condições associadas a quadros sindrômicos.
As CMHs são geralmente causadas por variantes patogênicas em um dos genes analisados que codificam diferentes componentes do sarcômero. A mutação de um dos genes que codifica um componente do sarcômero é encontrada em aproximadamente 50% a 60% dos probandos (adultos e crianças) com histórico familiar de CMHs e aproximadamente 20 a 30% dos probandos sem história familiar de CMH [Gersh et al 2011]. Aproximadamente 6% dos indivíduos afetados têm variantes em mais do que um dos genes do sarcômero (variantes bialélicas em um gene ou em heterozigose em mais de um gene). Um número muito menor terá mais de uma variante patogênica [Ingles et al 2013]. Foram identificadas mais de 1500 variantes patogênicas individuais.
Cardiomiopatia dilatada idiopática apresenta base genética bem estabelecida, principalmente nos casos familiares (CDF). Variantes patogênicas em mais de 30 genes são responsáveis por aproximadamente 30 a 40% dos casos de CDF. Casos isolados também apresentam variantes patogênicas nesses genes. [Hershberger & Siegfried 2011, Hershberger et al 2013]. Aproximadamente 10 a 20% dos casos de CDF foram associados a variantes patogênicas em TTN. Estas variantes, entretanto, também são encontradas em 3% das populações utilizadas como referência. [Herman et al 2012].
Heterogenidade alélica é comum e poucas variantes patogênicas são encontradas em famílias diferentes. Outros genes reconhecidamente envolvidos com as CDFs são LMNA, EYA4, BAG3, em alguns casos apresentando variação no número de cópias.
Parentes em 1o grau de portadores de CDF devem ser avaliados por Ecocardiografia e Eletrocardiografia, sendo que 20 a 35% dos probandos desenvolverão a forma familiar (CDF). [Michels et al 1992, Baig et al 1998, Grünig et al 1998].
Este painel ainda abrange outros diagnósticos diferenciais, como erros inatos do metabolismo que cursam com cardiomiopatia hipertrófica (Doença de Fabry GLA, Doença de Pompe GAA, Doença de Danon LAMP2) e cardiomiopatias sindrômicas associadas a outras malformações (Espectro da Síndrome de Noonan e outras Rasopatias PTPN11, BRAF, NRAS, KRAS, HRAS, CBL, RAF1, MAP2K1, MAP2K2).
Outros nomes
Painel cardiomiopatias, MIOCARDIOPATIA DILATADA, Painel de cardiomiopatias hereditárias, Painel genético miocardiopatia hipertrófica, Sequenciamento para miocardiopatia, Painel genético para cardiomiopatias hereditárias, Sequenciamento para cardiomiopatias, Miocardiopatia hipertrófica, Cardiomiopatia hipertrófica, Cardiomiopatia dilatada










































