Orientações necessárias
Orientações do cliente
O exame pode ser realizado em materiais de biópsias e peças cirúrgicas pequenas, realizadas pelos profissionais habilitados e fixados em formol a 10% (de preferência formol tamponado e em recipiente de boca larga) ou colocados em saco plástico apropriado, identificados com o nome do paciente e data de nascimento.
- ?Cliente poderá entregar em todas as unidades de atendimento, respeitando o horário de coleta de cada unidade.
- O material deve ser acompanhado de solicitação médica com as informações clínicas pertinentes para a interpretação dos casos.
Exceções:
Biópsia muscular para diagnóstico de miopatias (a coleta só pode ser realizada na marca Fleury em SP)
Não analisamos material de origem animal (Patologia Veterinária)
Não analisamos material de necrópsia, exceto mediante ordem judicial.
Manual do exame
Orientações necessárias
O exame pode ser realizado em materiais de biópsias e peças cirúrgicas pequenas, realizadas pelos profissionais habilitados e fixados em formol a 10% (de preferência formol tamponado e em recipiente de boca larga) ou colocados em saco plástico apropriado, identificados com o nome do paciente e data de nascimento.
- ?Cliente poderá entregar em todas as unidades de atendimento, respeitando o horário de coleta de cada unidade.
- O material deve ser acompanhado de solicitação médica com as informações clínicas pertinentes para a interpretação dos casos.
Exceções:
Biópsia muscular para diagnóstico de miopatias (a coleta só pode ser realizada no Fleury)
Não analisamos material de origem animal (Patologia Veterinária)
Não analisamos material de necrópsia, exceto mediante ordem judicial.
Processamento e adequação da amostra
PROCEDIMENTO:
- O material deve ser fixado no formol a 10% (de preferência formol tamponado e em recipiente de boca larga) logo após a coleta ou em saco plástico apropriado, identificados com o nome do paciente.
- Enviar o material sem manipulação para o setor AP, em temperatura ambiente.
- Não colocar os frascos, envoltos em papel, dentro de caixas ou copos plásticos.
ATENÇÃO: Para todas as Unidades fora de São Paulo enviar além da amostra o "TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO PARA PROCEDIMENTO DIAGNÓSTICO EM PATOLOGIA", assinado pelo cliente.
Método
- Após o recebimento da amostra, é feita análise e descrição de suas características macroscópicas. Os fragmentos representativos das áreas de interesse são incluídos em parafina e corados habitualmente pela hematoxilina-eosina. Colorações especiais podem ser realizadas quando necessário. O material analisado pode ser submetido a vários exames adicionais, tais como: exame imunohistoquímico, hibridização "in situ" e ploidia de DNA, entre outros.
Valor de referência
- O resultado é fornecido com diagnóstico histopatológico e segue nomenclatura padronizada, de acordo com o tipo de amostra recebida.
Interpretação e comentários
- O exame anatomopatológico é feito em fragmentos de tecido obtidos por biópsia incisional e excisional, cautério, punch, endoscopia ou punção por agulha grossa de diferentes órgãos ou, então, em peças cirúrgicas.
- As peças são examinadas macroscopicamente e descritas segundo esquemas padronizados, que também orientam sobre o local e o número de fragmentos a serem estudados. No caso de neoplasias, esses procedimentos visam especialmente a fornecer dados para determinar o estágio do câncer e seu prognóstico.
- Após a inclusão dos fragmentos selecionados em parafina, realizam-se cortes finos no material, que são corados e examinados ao microscópio. Os cortes iniciais ficam prontos geralmente no dia seguinte à entrada da amostra no Fleury, quando são, então, examinados pelos patologistas, que podem decidir pela necessidade de cortes adicionais. Quando se tratar de material calcificado, como osso, o processo é mais demorado, exigindo descalcificação previamente à sua inclusão em parafina.
- O objetivo principal do exame anatomopatológico é a obtenção de um diagnóstico, por meio da análise das alterações teciduais presentes nas amostras obtidas, correlacionando-as com as informações clínicas e de outras fontes, como a endoscopia, o estudo citogenético, a citometria de DNA e os métodos de imagem. Em grande número de casos, esse diagnóstico define claramente uma entidade mórbida, como neoplasia, processo inflamatório ou infeccioso específico, etc.
Coleta
- Algumas regras básicas devem ser seguidas quando da realização de biópsias: quanto maior a lesão, maior o número de fragmentos que devem ser obtidos, não apenas devido à possível variabilidade de padrões, mas também ao fato de as áreas diagnósticas poderem estar restritas a alguns focos da lesão. Em tumores ulcerados, por exemplo, é possível que a biópsia das áreas ulceradas mostre apenas necrose e inflamação. As regiões mais informativas são da periferia da lesão, incluindo tecido são e tumoral e sua transição com o estroma subjacente.
- Deve-se evitar artefatos de esmagamento, tração, maceração e ressecamento das amostras obtidas, garantindo uma manipulação delicada. Todos os fragmentos colhidos precisam ser submetidos à análise histológica.
- Dependendo da suspeita diagnóstica, deve-se ter em mente a necessidade de coleta de fragmentos em meios específicos para estudos auxiliares, tais como imprints, microscopia eletrônica, citogenética, patologia molecular, citometria de fluxo, etc.
Fixação
- Uma etapa importante da maioria dos exames anatomopatológicos é a fixação. O fixador mais utilizado é o formol em solução a 10%, de preferência tamponado, com volume de 5 a 10 vezes o da amostra. Numerosos outros agentes fixadores são conhecidos e podem ser usados, muitos deles com finalidades específicas. Os mais freqüentemente empregados são o B5, para biópsias de medula óssea, e o Bouin, para biópsias de testículo.
Identificação
- As amostras devem ser identificadas imediatamente após sua obtenção para evitar trocas ou desvio. Todas as informações sobre localização precisa, dados clínicos e de exames auxiliares pertinentes precisam ser enviadas ao patologista para facilitar a interpretação diagnóstica.
Diagnóstico
- Em algumas situações, o diagnóstico conclusivo não é possível. As causas mais comuns são a falta de representatividade do espécime, por exemplo, quando a biópsia retira tecido das imediações, e não de um tumor, e a fixação inadequada.
- No caso de neoplasias, o laudo busca, tanto quanto possível, definir o tipo histológico, o grau, os limites e, especialmente em peças cirúrgicas, todos os elementos que possam determinar o estágio do câncer e os fatores prognósticos e de importância terapêutica.
Interferentes
- Os fatores que interferem numa análise anatomopatológica adequada incluem a fixação inadequada, a autólise do material e a representatividade escassa.
Outros nomes
Histopatológico, Biópsias/fragmentos tecido anatomopatológico peça pequena, Peça pequena de fragmentos de biópsias anatomopatológico










































